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BELÉM - VENEZA, 2020 — Jorge Eiró

Jorge Eiró

Belém, PA · 1960

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Obras selecionadas

Uma coleção diversificada de obras que exploram diferentes temas e técnicas, demonstrando a versatilidade e amplitude do trabalho artístico de Jorge Eiró.

On The Road — Jorge Eiró

On the Road

2024 · Mista sobre papel Canson Montval · 60 × 48 cm
Era uma vez no Marajó — Jorge Eiró

Era uma vez no Marajó

2023 · Acrílica sobre tela · 90 × 120 cm
Dorothy Lamour no Maçarico — Jorge Eiró

Dorothy Lamour no Maçarico

2023 · Acrílica e aquarela sobre papel Canson Montval · 45 × 65 cm
Ygarapé Belezyña — Jorge Eiró

Ygarapé Belezyña

2024 · Acrílica e aquarela sobre papel Canson Montval · 45 × 65 cm
A Grande Onda em Nazaré — Jorge Eiró

A Grande Onda em Nazaré

2019 · Acrílica e areia do mar sobre tela · 120 × 60 cm
A Trasladação — Jorge Eiró

A Trasladação

2024 · Acrílica sobre tela
Na Companhia Solitária de Hopper — Jorge Eiró

Na Companhia Solitária de Hopper

2014 · Acrílica sobre tela · 80 × 160 cm
Praia Metafísica — Jorge Eiró

Praia Metafísica

2020 · Acrílica sobre tela · 183 × 91 cm
Cartografia Afetiva do Mercado de São Brás — Jorge Eiró

Cartografia Afetiva do Mercado de São Brás

2024 · Políptico em tinta acrílica sobre tela · 360 × 220 cm
Veropa Starry Night — Jorge Eiró

Veropa Starry Night

2024 · Acrílica sobre tela
Berlinda de Luz — Jorge Eiró

Berlinda de Luz

2024 · Acrílica sobre papel · 40 × 60 cm
Berlinda Jamberry Fields Forever — Jorge Eiró

Berlinda Jamberry Fields Forever

2024 · Acrílica sobre tela · 80 × 80 cm
Coração Labirinto — Jorge Eiró

Coração Labirinto

2024 · Acrílica sobre tela · 60 × 90 cm
Porto Pará — Jorge Eiró

Porto Pará

2024 · Acrílica sobre tela · 70 × 120 cm
Meu coração na curva de um rio 1 — Jorge Eiró

Meu coração na curva de um rio 1

2024 · Acrílica e colagem sobre papel · 30 × 42 cm
Um coração na curva de um rio 2 — Jorge Eiró

Um coração na curva de um rio 2

2024 · Acrílica e colagem sobre papel · 30 × 42 cm
Bagdá Café — Jorge Eiró

Bagdá Café

1991 · Acrílica sobre tela
A Sala do Egoísta — Jorge Eiró

A Sala do Egoísta

1992 · Acrílica sobre tela · 150 × 185 cm
Anjos sobre Belém — Jorge Eiró

Anjos sobre Belém

1992 · Acrílica sobre tela · 150 × 185 cm
Ultramarine Blues — Jorge Eiró

Ultramarine Blues

1992 · Acrílica sobre tela · 150 × 185 cm

Saiba mais sobre as obras disponíveis de Jorge Eiró.

Ver obras disponíveis
Belém Veneza — Jorge Eiró

Exposições

Exposições, participações e reconhecimento

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Textos Críticos

"Esta é uma exposição que poderíamos dizer artisticamente equilibrada. Não há fortes rupturas com o gosto estabelecido, com o gosto artístico dominante. (…) Há alguns 'primitivos', poucos. Experimental, somente um: 'Novas Poesias em Quadrinhos' que segue mais uma vertente da poesia práxis na pintura."

João de Jesus Paes Loureiro — Catálogo do I Salão Arte-Pará, 1982

"As obras de Jorge Eiró são como palavras pintadas de revelações acumuladas do artista, recriadas como uma espécie de arqueologia da alma e do sentimento. Uma espécie de 'portrait d'acteur', portanto, para quem a arte é gostar das coisas do mundo, mesmo irrelevantes ou insignificantes, e, como um multiprocessador de imagens, inová-las e devolvê-las à sociedade."

Gileno Müller Chaves — "Como vai você, Jorge Eiró?", 1987

"Jorge Eiró, dono da patente de um grafismo inconfundível e singelo transmite por seu gestual seu lado poético na 'construção dos espaços inexistentes na dimensão do nada…': imagens poetizadas x palavras plásticas."

Rosana Bitar — 1993

"Eiró busca variar sempre os elementos com os quais trabalha. Isto é fruto de leitura e preparo, que não deixa nunca de procurar. Atento à sociedade, como ao mundo de uma maneira geral, sai à caça desses elementos com argúcia, o que dista sua obra da maioria dos outros pintores, não que não sejam esses argutos, mas porque traduz essa argúcia através de ironia, metáfora e coragem."

Cláudio La Rocque — 1995

"O que poderia ser uma pintura clássica de gênero: a paisagem, Jorge Eiró subverte os cânones, e pela ironia, dota-a de novo conceito, no qual se sobressai a solidão contemporânea, as paisagens subjetivas, constitutivas do jogo estabelecido por quem, apaixonado pela pintura, deixa-se tramar pela fotografia, literatura. Para Eiró, as paisagens demarcadas pela linha do horizonte, emergem da imensidão amazônica: 'Daí uma certa predileção pela linha do riomar, pela perspectiva de margens que se perdem no infinito'."

Marisa Mokarzel — "Margens", 2016

Currículo

Vive e trabalha em Belém do Pará.

Artista visual, arquiteto, professor e pesquisador. Mestre e Doutor em Educação pela Universidade Federal do Pará (UFPA).

Formação Acadêmica

  • Doutorado em Educação — Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Mestrado em Educação — Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Graduação em Arquitetura e Urbanismo

Atuação Acadêmica e Institucional

  • Professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Pará (UFPA)
  • Professor dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Artes Visuais
  • Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Linguagens e Cultura — UNAMA
  • Programador Cultural do Museu da UFPA (1993–1995)
  • Diretor Artístico-Cultural da Assembleia Paraense (2017–2020)
  • Membro do Conselho Curador do Centro Cultural Brasil–Estados Unidos (CCBEU)
  • Diretor do Atelier/Galeria Companhia de Jorge

Exposições Individuais

  • Linha do Horizonte — Galeria Elf, Belém, 2014
  • Azulejaria da Companhia de Jorge — Galeria Elf, Belém, 2010
  • Labirinto Líquido — Museu do Estado do Pará, Belém, 2004
  • Cartografias — Galeria do CCBEU, Belém, 2002
  • Exegese — Galeria Theodoro Braga, Belém, 1996
  • Idade Mídia — Galeria Theodoro Braga, Belém, 1994
  • Jorge Eiró — Galeria Elf, Belém, 1990
  • Solo — Galeria Morbach, Belém, 1990
  • Como vai você, Jorge Eiró? — Galeria Elf, Belém, 1987

Exposições Coletivas (seleção)

  • Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense — Centro Cultural Banco da Amazônia, Belém, 2026
  • Tanto Mar — Lisboa, Portugal, 2019
  • Margens — São Paulo, 2016
  • Trilhas — Rio de Janeiro, 2012
  • Dentro/Fora — São Paulo, 2002
  • Panorama da Arte Paraense — Curitiba, 2001
  • Pará Hoje — Belém e Brasília, 1996
  • Painel da Arte Contemporânea Brasileira — São Paulo, 1994
  • Graphos — Brasília, 1993
  • Art in Paradise — Miami e Washington, Estados Unidos, 1992
  • Salão Nacional de Arte — Rio de Janeiro, 1985
  • Salão Arte-Pará — Belém

Prêmios, Bolsas e Distinções

  • 1º Prêmio Literário Secult — livro de poemas Quintais do Tempo, 1989
  • Bolsa de Pesquisa em Criação e Experimentação Artística — Instituto de Artes do Pará, 2004 Desenvolvimento da vídeo-instalação Labirinto Líquido
  • Prêmio pelo Edital de Cultura do Banco da Amazônia, 2006 Publicação do livro Escritura Exposta

Publicações

  • Escritura Exposta — 2006 Ensaios e artigos sobre arte contemporânea paraense
  • Quintais do Tempo — 1989 Livro de poemas

Comissões e Curadorias

  • Integrante da Comissão Executiva do Salão Paraense de Arte Contemporânea (1992–1994)

Entrevistas e Publicações Online